A Câmara Legislativa do Distrito Federal analisa o projeto de lei nº 1.201/2025 que institui os Territórios de Distrito Criativo e Tecnológico no DF, mas o ritmo lento da tramitação levanta questionamentos sobre a real efetividade da proposta em meio a desafios econômicos persistentes.
Reunião na ceof expõe limitações do texto
Durante a reunião da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças da CLDF em 07/07/2026, deputados discutiram a iniciativa do deputado Max Maciel (PSOL), com relatoria de Robério Negreiros (União Brasil). O texto prevê que o Poder Executivo defina até três territórios por localidade, dotados de conselhos gestores e planos de desenvolvimento, além de incentivos fiscais e financeiros para empresas criativas e tecnológicas. Críticos observam que a estrutura burocrática pode atrasar resultados concretos para a população.
Promessas de emprego contrastam com realidade local
O projeto busca fomentar atividades econômicas, gerar emprego e renda e promover o desenvolvimento sustentável do DF, conforme defendido por seus autores. No entanto, a dependência de incentivos sem garantias de fiscalização efetiva desperta preocupações sobre possível concentração de benefícios em poucos setores, sem impacto imediato para a maioria dos moradores. A análise na CEOF prossegue sem data definida para votação final.
Esses territórios vão fomentar a economia local, gerar emprego e renda, e promover o desenvolvimento sustentável do DF.
Max Maciel