Autoridades do Tennessee cancelaram a execução por injeção letal de Tony Carruthers, condenado por triplo homicídio cometido em Memphis. A decisão foi anunciada em maio de 2026 após a constatação de que os medicamentos necessários não estavam disponíveis. A pena foi remarcada para 2027, mantendo o método de injeção letal de três drogas.
Indisponibilidade dos medicamentos
O Departamento de Correção do Tennessee informou que os fármacos exigidos para o procedimento não puderam ser obtidos no prazo previsto. Entre as substâncias mencionadas está o midazolam, componente central da combinação utilizada no estado. A suspensão reflete dificuldades recorrentes no fornecimento de drogas para execuções em várias unidades da federação americana.
Reagendamento e precedentes
A nova data para a execução de Carruthers foi definida para 2027, sem alteração no método aprovado. Um caso semelhante envolve Christa Gail Pike, cuja execução também enfrentou atrasos por motivos análogos. O porta-voz do Departamento de Correção do Tennessee confirmou a indisponibilidade dos medicamentos como razão exclusiva para o adiamento.
Os medicamentos para a injeção letal não estavam disponíveis no momento previsto para a execução.
porta-voz do Departamento de Correção do Tennessee
Desde a condenação, o sistema prisional do Tennessee manteve o protocolo de injeção letal como procedimento padrão, apesar das dificuldades logísticas observadas em 2026. O cancelamento de maio não alterou a sentença original, apenas postergou sua aplicação.