A Justiça do Distrito Federal converteu, em 20 de setembro de 2026, a prisão preventiva de Lilson Rodrigues do Nascimento em prisão domiciliar humanitária. A decisão foi tomada depois que laudos médicos apresentados pela defesa atestaram problemas psiquiátricos do réu, incluindo registros de tentativas de suicídio durante o período em que ele esteve no Complexo Penitenciário da Papuda. Lilson havia sido preso em maio após ser acusado de matar Diego Gonçalves Camargo em Vicente Pires.
O episódio no condomínio
O crime ocorreu em 15 de maio, quando Lilson discutiu com a vítima sobre estacionamento de veículos. Segundo a versão apresentada pela defesa, o acusado foi pedir que carros fossem retirados e recebeu xingamentos do sogro de Diego. Nesse momento, a vítima agrediu fisicamente meu cliente na frente da esposa dele e do filho.
Meu cliente foi pedir para tirarem os carros e o sogro da vítima xingou meu cliente. Nesse momento, a vítima agrediu fisicamente meu cliente na frente da esposa dele e do filho
Carlos Roriso
O disparo que matou Diego foi atribuído pela defesa a um surto psiquiátrico. O processo seguiu com Lilson em prisão preventiva até que os relatórios médicos justificassem a mudança para o regime domiciliar.
A conversão da prisão
Em setembro, a defesa protocolou novos laudos que confirmavam o quadro de saúde do acusado. A Justiça aceitou o pedido e determinou a soltura humanitária no dia 20. O caso permanece em andamento, com a acusação formal mantida e o réu agora em casa sob monitoramento.