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Epidemia de telas: Comissão aprova campanha contra riscos a jovens, mas lentidão preocupa

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Pilha de smartphones e tablets em mesa de casa brasileira, representando riscos do uso excessivo de telas para jovens.

Na data de hoje, 24 de março de 2026, a Comissão de Saúde da Câmara Legislativa aprovou o Projeto de Lei 1.234/2023, que institui uma campanha educativa sobre os riscos do uso excessivo de telas por crianças e adolescentes. Autora da proposta, a deputada Dayse Amarilio (PSB) destaca a urgência de alertar pais e responsáveis para os impactos devastadores na saúde física e mental dos jovens. Com tom alarmante, o projeto expõe como o vício em dispositivos digitais está contribuindo para uma geração afetada por distúrbios graves, e agora segue para análise em outras comissões antes de chegar ao plenário.

Aprovação e envolvidos

A aprovação ocorreu em reunião da Comissão de Saúde, com relatoria do deputado Gabriel Magno (PT). Outros parlamentares, como Pastor Daniel de Castro (PP), Jaqueline Silva (MDB), Chico Vigilante (PT) e Martins Machado (Republicanos), participaram do debate. No entanto, a lentidão do processo legislativo levanta preocupações sobre o atraso em combater um problema que já afeta milhares de famílias brasileiras.

O projeto visa educar sobre os perigos do uso excessivo de telas, mas críticos apontam que medidas mais rigorosas poderiam ser necessárias para frear essa epidemia silenciosa.

Riscos à saúde física e mental

Os impactos incluem distúrbios do sono, obesidade, problemas posturais e transtornos de atenção, que ameaçam o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes. Pais e responsáveis são os principais afetados, muitas vezes sem ferramentas para lidar com o vício digital que invade lares. Essa realidade sombria revela como a dependência de telas está minando o bem-estar das novas gerações, com consequências que podem perdurar por anos.

A campanha educativa proposta busca alertar para esses riscos, mas o tom negativo sublinha a gravidade: sem intervenção imediata, os danos à saúde mental e física podem se tornar irreversíveis.

Perspectivas e declaração

O PL segue para outras comissões, o que pode prolongar ainda mais a implementação de ações concretas contra o uso excessivo de telas. Especialistas temem que, enquanto isso, mais jovens sofram com os efeitos colaterais de uma sociedade hiperconectada. A demora no plenário pode agravar o problema, deixando famílias desamparadas diante de uma ameaça crescente.

É fundamental equilibrar o uso de tecnologias com atividades offline.

A declaração do deputado Gabriel Magno (PT) reforça a necessidade de equilíbrio, mas o enfoque negativo destaca como o desequilíbrio atual está custando caro à saúde pública.

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