Imagine uma sala vibrante na Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília, onde vozes fortes e ideias transformadoras se encontram. Foi exatamente nesse cenário que, nesta segunda-feira (24), a REPCONE lançou a Cartilha de Proteção Digital para Comunicadoras Negras. Como uma brisa fresca em meio a tempestades digitais, essa publicação surge como um farol de esperança, reunindo dados essenciais sobre violência de gênero, desinformação e as armadilhas da violência online que afetam especificamente as comunicadoras negras. Idealizada e produzida pela própria REPCONE, a cartilha não é apenas um documento; é uma narrativa de resistência e empoderamento, convidando jovens leitoras a se armarem com conhecimento para navegar o mundo virtual com confiança e astúcia.
No coração dessa iniciativa, pulsa a urgência de combater sombras que pairam sobre as profissionais da comunicação. A cartilha desdobra dados impactantes, pintando um quadro vívido das violências que, muitas vezes, silenciam vozes potentes. Mas o tom aqui é de otimismo: ao expor esses desafios, ela oferece ferramentas práticas e inspiradoras, transformando o medo em força. Para o público jovem, que vive imerso nas redes sociais, isso soa como um chamado à ação – uma chance de transformar o digital em um espaço de criação livre e segura, onde comunicadoras negras podem brilhar sem receios.
A distribuição dessa joia de conhecimento está marcada para 2 de março de 2026, prometendo alcançar ainda mais mãos ávidas por mudança. Enquanto aguardamos, o lançamento já acende faíscas de conversa e reflexão, incentivando uma geração a se unir pela proteção mútua. É um passo luminoso rumo a um futuro onde a diversidade na comunicação não é só valorizada, mas protegida com vigor.