quinta-feira , 16 abril 2026
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Proprietários do Riviera Park Hotel transformam briga judicial em lição de resiliência em Caldas Novas

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Imagine chegar a um paraíso de águas termais em Caldas Novas, Goiás, pronto para um feriado relaxante, só para encontrar portas fechadas e olhares confusos. Foi exatamente isso que aconteceu na última quarta-feira, 19 de novembro, véspera de um recesso prolongado, quando proprietários independentes do Riviera Park Hotel tentaram hospedar familiares e convidados em seus próprios flats. A administradora WAM Riviera Administração Hoteleira negou entradas, alegando novas regras para aprovações com antecedência mínima de três dias úteis, o que pegou muita gente de surpresa. O que poderia ser um caos de constrangimentos se transformou em uma oportunidade para os donos dos imóveis destacarem sua determinação, acionando até a Polícia Militar de Goiás para mediar a situação com calma e diálogo, mostrando que, mesmo em meio a tensões, a comunidade pode buscar soluções pacíficas.

Enquanto o sol se punha sobre as piscinas quentes do hotel, a história revelava camadas mais profundas de uma batalha judicial que vem unindo os proprietários em prol de seus direitos. Tudo começou com mudanças impostas pela WAM em 2024, que limitaram a liberdade de aluguel dos flats, obrigando-os a aderir ao sistema pool da empresa e proibindo o que chamam de “pool paralelo” irregular. Mas os condôminos não cruzaram os braços: elegeram um Conselho Consultivo e Fiscal para negociar e, agora, preparam uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para votar a destituição da administradora, após reprovação de contas. A Justiça, em uma reviravolta positiva na terça-feira, 18 de novembro, revogou uma liminar e autorizou a assembleia, enfatizando o direito democrático dos proprietários de decidirem os rumos do condomínio. Essa decisão não só afastou alegações de abuso de direito como destacou a importância de escrutinar a gestão, provando que persistência pode levar a mudanças justas.

Do lado da WAM, a defesa vem com um tom de proteção coletiva: eles afirmam que as restrições visam cumprir decisões judiciais, verificando reservas para evitar locações ilegais em mais de 280 unidades restritas, garantindo isonomia e segurança para todos. Essa narrativa de equilíbrio transforma o conflito em uma lição inspiradora para jovens que valorizam transparência e direitos – afinal, o que era uma simples hospedagem virou um movimento por legalidade e respeito mútuo. Com a AGE marcada para 25 de novembro, os proprietários veem nisso uma chance de virar a página, restaurando a harmonia no Riviera Park Hotel e inspirando outros a lutar por aquilo que é seu, com otimismo e união.

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