Em uma reunião vibrante no Diretório Regional, o Partido dos Trabalhadores (PT) deu um passo ousado e unificador, aprovando com esmagadora maioria – 47 votos a favor e apenas dois contra – o encaminhamento do nome do ex-deputado Grass para a direção nacional. Imagine a energia no ar: militantes e lideranças se reunindo para traçar um caminho que não só fortalece o partido, mas também acende a chama de uma candidatura competitiva no campo progressista. O foco é claro e inspirador: derrotar a extrema-direita e abrir diálogos mais amplos com a sociedade civil, construindo pontes para um futuro mais inclusivo e democrático no Distrito Federal.
Enquanto as discussões fluíam, o grupo delineou um cronograma empolgante para 2025, com quatro grandes encontros regionais de mobilização que prometem agitar a cena política. Esses eventos vão reunir militantes entusiasmados, lideranças petistas e aliados de outros partidos, todos unidos em torno de um programa comum. É como uma jornada coletiva, onde cada encontro serve para fortalecer a base partidária e tecer alianças sólidas, transformando ideias em ações concretas que ecoam as aspirações de uma geração jovem e engajada.
Lideranças internas celebram esse momento como “um passo fundamental para a reconstrução do projeto democrático e popular no DF”, e o apoio vem de uma diversidade impressionante de correntes, incluindo AE, AUL, CNB DF com Lula, CNB da Unidade, DS, EPS, MAS-PT, MLP, MS, Nova Tendência, PT de Lutas e Socialismo em Construção. Essa união não é só política; é uma narrativa de esperança, onde vozes variadas se entrelaçam para criar um movimento que inspira jovens a participarem ativamente da mudança, apostando em um amanhã mais justo e progressista.