quarta-feira , 6 maio 2026
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Morre desembargadora Maria de Lourdes Abreu, do TJDFT, aos 73 anos

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Fachada do Tribunal de Justiça do DF com bandeiras a meio mastro em sinal de luto pela morte de desembargadora.

A desembargadora Maria de Lourdes Abreu, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), faleceu aos 73 anos. Ela estava afastada de suas funções para cuidar da saúde, conforme informações divulgadas. O TJDFT confirmou a morte, destacando sua contribuição ao judiciário brasileiro.

Trajetória no judiciário

Maria de Lourdes Abreu atuava como desembargadora no TJDFT, uma das instâncias judiciais mais importantes do país. Seu trabalho no tribunal envolvia decisões em casos relevantes para o Distrito Federal e territórios. A magistrada dedicou anos à carreira jurídica, marcando presença em julgamentos que impactaram a sociedade.

Aos 73 anos, ela representava uma geração de profissionais experientes no sistema judiciário. Seu falecimento deixa uma lacuna no TJDFT, onde colegas e profissionais do direito lamentam a perda. A notícia foi recebida com pesar por aqueles que acompanhavam sua trajetória.

Afastamento por motivos de saúde

A desembargadora Maria de Lourdes Abreu estava afastada de suas funções para tratar da saúde. Esse afastamento ocorreu antes de seu falecimento, permitindo que ela se dedicasse ao bem-estar pessoal. Detalhes específicos sobre sua condição de saúde não foram divulgados, respeitando a privacidade da família.

O TJDFT, responsável por julgar causas cíveis e criminais no Distrito Federal, continua suas atividades normally. A ausência de Maria de Lourdes Abreu durante o período de afastamento foi gerenciada pela instituição. Seu legado permanece como inspiração para novos magistrados.

Impacto no TJDFT

A morte da desembargadora Maria de Lourdes Abreu, aos 73 anos, ressalta a importância de profissionais dedicados ao judiciário. O TJDFT emitiu nota oficial sobre o ocorrido, sem especificar data ou local exatos do falecimento. A comunidade jurídica reflete sobre suas contribuições ao longo dos anos.

Em um momento em que o judiciário enfrenta desafios constantes, perdas como essa destacam a necessidade de continuidade e renovação. Familiares e amigos prestam homenagens à desembargadora, lembrando sua dedicação. O TJDFT prossegue com suas responsabilidades, honrando a memória de seus membros.

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