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Kremlin rejeita acusações europeias de envenenamento de Navalny com epibatidina

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Sapo venenoso colorido na Floresta Amazônica brasileira, simbolizando toxina epibatidina em acusações de envenenamento rejeitadas pelo Kremlin.

Kremlin rejeita acusações de envenenamento de Navalny

O Kremlin rejeitou categoricamente as acusações de cinco países europeus de que a Rússia estaria envolvida no envenenamento de Alexei Navalny com epibatidina, uma toxina de rã-flecha. As alegações, baseadas em análises de amostras de autópsia divulgadas pelo Reino Unido, França, Alemanha, Suécia e Holanda, surgiram no segundo aniversário da morte do opositor russo, ocorrida em 16 de fevereiro de 2024. O porta-voz Dmitry Peskov qualificou as acusações como tendenciosas e infundadas, em declaração feita em 16 de fevereiro de 2026.

Detalhes das acusações europeias

As análises de amostras do cadáver de Navalny indicaram a presença de epibatidina, substância letal associada a envenenamentos. Os cinco países europeus apontaram para um possível envolvimento do governo russo, citando o histórico de tensões políticas envolvendo o crítico de Vladimir Putin. Navalny morreu em uma prisão no Ártico, e sua viúva, Yulia Navalnaya, tem sido vocal em defender investigações independentes sobre o caso.

A rejeição do Kremlin veio em resposta direta às divulgações, com Peskov enfatizando que as alegações carecem de base factual. Ele argumentou que tais acusações visam minar a imagem da Rússia no cenário internacional.

Contexto histórico e reações

A morte de Navalny completou dois anos em 16 de fevereiro de 2026, reacendendo debates sobre direitos humanos e opositores políticos na Rússia. O incidente original, em 2024, gerou condenações globais e sanções contra Moscou. Yulia Navalnaya continua a pressionar por justiça, enquanto o Kremlin mantém que a morte foi por causas naturais.

Naturalmente, não aceitamos tais acusações. Discordamos delas. Consideramo-las tendenciosas e infundadas. E, de fato, as rejeitamos categoricamente.

A declaração de Peskov foi publicada em 16 de fevereiro de 2026, às 7h32, destacando a posição oficial da Rússia frente às novas evidências apresentadas pelos países europeus.

Implicações internacionais

Essas acusações podem intensificar as tensões entre a Rússia e a Europa, especialmente no contexto de relações já fragilizadas por conflitos geopolíticos. Analistas observam que as análises de autópsia representam um esforço coordenado para esclarecer a morte de Navalny. O Kremlin, por sua vez, insiste em rejeitar qualquer narrativa que sugira envenenamento deliberado.

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