Neve histórica causa mortes e caos em mais de 20 estados dos EUA
Uma nevasca histórica atingiu mais de 20 estados nos Estados Unidos na segunda-feira, 26 de janeiro de 2026, resultando em pelo menos 13 mortes, apagões generalizados, cancelamentos de voos e condições perigosas nas estradas. O Serviço Nacional de Meteorologia (NWS) alertou para impactos persistentes, incluindo ondas de recongelamento que manterão superfícies geladas por vários dias. A tempestade, considerada uma das piores das últimas décadas, trouxe nevascas intensas, chuva congelada e frio extremo, afetando milhões de pessoas.
Vítimas e incidentes por estado
No Texas, três mortes foram registradas, incluindo uma jovem de 16 anos em um acidente de trenó. Na Louisiana, duas pessoas morreram por hipotermia devido à exposição ao frio. Nova York reportou cinco mortes ao ar livre, destacando os riscos de atividades externas em condições extremas.
A Associated Press compilou relatos de vítimas em diversos estados, enquanto o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, enfatizou a necessidade de precauções. Os incidentes variaram de acidentes veiculares a exposições prolongadas ao frio, agravados pelo acúmulo de gelo e neve.
Impactos na infraestrutura e alertas
Apagões deixaram milhares sem energia, e centenas de voos foram cancelados em aeroportos principais. Estradas escorregadias causaram inúmeros acidentes, com autoridades recomendando que a população evite viagens desnecessárias. O frio intenso deve continuar pela próxima semana, prolongando os perigos para motoristas e pedestres.
Os impactos da neve/chuva congelada persistirão pela próxima semana, com ondas de recongelamento que manterão as superfícies geladas e perigosas tanto para dirigir quanto para caminhar.
O NWS emitiu alertas para mais de 20 estados, incluindo Texas, Louisiana e Nova York, prevendo condições semelhantes na manhã seguinte e impactos duradouros.
Contexto da tempestade de inverno
A tempestade surgiu de um sistema climático que trouxe nevascas intensas e chuva congelada, transformando regiões em cenários de alto risco. Especialistas atribuem a severidade a padrões climáticos extremos, comuns em invernos recentes. Com o ano de 2026 já registrando eventos meteorológicos significativos, autoridades pedem vigilância contínua para mitigar futuros riscos.