No Fórum Econômico de Davos, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na última quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, um ambicioso plano para a reconstrução da Faixa de Gaza. O projeto divide o território em áreas residenciais, industriais e de turismo, prevendo a construção de 180 arranha-céus no litoral e 100 mil unidades habitacionais em Rafah. O anúncio ocorreu durante o lançamento do Conselho de Paz de Gaza, com participação de Jared Kushner, genro de Trump, e foco em segurança e desenvolvimento econômico.
Detalhes do plano de reconstrução
O plano visa transformar a Faixa de Gaza, devastada pela guerra, em uma região próspera. Trump destacou o potencial imobiliário da área costeira, enquanto Kushner apresentou mapas e projeções detalhadas. A iniciativa inclui a colaboração com israelenses e o Hamas para promover a desmilitarização, priorizando a segurança como base para investimentos.
Além das construções, o projeto busca gerar empregos e reduzir a dependência de assistência externa, que atualmente representa 85% da renda em Gaza. Isso deve trazer dignidade e esperança à população local, segundo os envolvidos.
Declarações de Donald Trump
Sou um profissional do ramo imobiliário de coração, e tudo se resume à localização. Eu disse: olhem para este local à beira-mar, olhem para esta bela propriedade. (…) É uma ótima locação para o mercado imobiliário, perto do mar.
Declarações de Jared Kushner
A prioridade número um será a segurança – obviamente, estamos trabalhando em estreita colaboração com os israelenses para encontrar uma maneira de reduzir a tensão, e a próxima fase é trabalhar com o Hamas na desmilitarização. Sem segurança ninguém fará investimentos, ninguém irá construir lá. E nós precisamos deles para conseguir começar a gerar empregos; 85% da renda de Gaza vem de assistência há muito tempo. Isso não é sustentável, não traz dignidade nem esperança para que essas pessoas tenham uma vida melhor.
Motivações e impactos esperados
A reconstrução da Faixa de Gaza surge como resposta à devastação causada por conflitos recentes, com ênfase na desmilitarização do Hamas para garantir estabilidade. O plano promete impulsionar o turismo e a indústria, criando oportunidades econômicas sustentáveis. Especialistas acompanham o desenvolvimento, avaliando como essa iniciativa pode alterar o cenário geopolítico na região em 2026.