O velório da empresária Maria Elenice de Queiroz, vítima de matricídio cometido pelo filho Vinicius de Queiroz, ocorreu na quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul, em Brasília. O crime aconteceu na noite de terça-feira, 20 de janeiro, na quadra QE 40 do Guará II, e gerou comoção entre familiares, amigos e a comunidade local. Vinicius confessou o ato à avó e foi preso pela polícia com roupas sujas de sangue, alegando surto, divergências de personalidade e problemas de saúde mental como depressão e ansiedade.
Detalhes do crime em Brasília
O assassinato ocorreu por volta das 20h30 na residência da família. Vinicius de Queiroz, filho da vítima, alegou que o crime foi motivado por um surto, influenciado por divergências de personalidade e o tom de voz da mãe. Maria Elenice estava preocupada com a saúde mental do filho, que enfrentava depressão e ansiedade desde a infância.
A polícia prendeu Vinicius após a confissão à avó. Ele foi encontrado com roupas sujas de sangue, confirmando sua participação no matricídio. As autoridades investigam o caso, que chocou a região do Guará II.
Comoção no velório
O velório no Campo da Esperança foi marcado por lágrimas e homenagens. Familiares e amigos usaram camisas do Vasco da Gama, time de coração de Maria Elenice, em tributo à sua memória. A avó e outros parentes compareceram, expressando luto profundo.
A cerimônia destacou o impacto da perda. Amigos como Rhaynara Holanda e Carlos Eduardo compartilharam lembranças, enfatizando o carinho e o apoio que Maria Elenice oferecia a todos.
Declarações de amigos e homenagens
Elenice era um anjo iluminado na Terra. Onde passava, deixava sua luz. Era feliz, sorridente, alto astral. Não existia um dia em que você a visse reclamar, chorar ou desistir da vida. Ela foi amor, foi mãe, foi cuidado, foi uma amiga linda e pura.
Ela era uma mãe maravilhosa, dedicada e muito preocupada. Fazia tudo pelos ‘bebês’ dela, Vivian e Vinicius. Eles foram abençoados com essa mãe.
Tinha dias em que dava para perceber que ela não estava com a animação de sempre, e a gente sabia que era algo relacionado ao Vinicius. Ela tinha medo de perdê-lo para a depressão. Mesmo assim, sempre chegava cheia de alegria e amor para oferecer. Eles não brigavam. Ela era tranquila, mas se preocupava muito com tudo o que ele enfrentava desde a infância e a adolescência. É muito trágica a forma como minha amiga se foi. Só Deus sabe o porquê de tudo. Eu sempre vou amá-la, e a saudade já é imensa.
Muitas vezes a gente ia ao espaço só para conversar, por causa de problemas pessoais, e ela, de forma muito graciosa e leve, conseguia mudar o nosso astral.
Ela me ajudou muito durante a doença degenerativa do meu pai. Dizia: ‘Amigo, eu sei que não é fácil, mas tenho certeza de que você vai dar conta’. Isso recarregava minhas forças para continuar lutando ao lado dele.
Essas declarações, de Rhaynara Holanda e Carlos Eduardo, retratam Maria Elenice como uma figura de luz e apoio. O caso de matricídio em Brasília continua sob investigação, enquanto a comunidade lamenta a perda trágica.