quinta-feira , 15 janeiro 2026
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Quando a base do governo surpreende: votos que mudam o jogo no licenciamento ambiental

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Imagine o burburinho nos corredores do Congresso Nacional, onde aliados inesperados se unem para desafiar decisões presidenciais. Em uma votação que capturou a atenção de todos, deputados e senadores de partidos da base governista somaram impressionantes 96 votos a favor da derrubada dos vetos à Lei Geral do Licenciamento Ambiental. Essa reviravolta, cheia de nuances políticas, destacou como o debate ambiental pode unir vozes diversas, promovendo um equilíbrio entre desenvolvimento e sustentabilidade. Partidos como MDB, PSD, PSB, PDT, Podemos, Avante e Solidariedade contribuíram para essa onda de apoio, mostrando que, no final das contas, o bem comum pode prevalecer sobre linhas partidárias rígidas.

Na Câmara dos Deputados, presidida por Hugo Motta (Republicanos-PB), foram 75 votos favoráveis à derrubada, enquanto no Senado, sob a liderança de Davi Alcolumbre, o número chegou a 21. Ali, legendas como Podemos e MDB votaram integralmente pela mudança, com o MDB registrando seis votos a favor e apenas uma abstenção. Já na Câmara, o PSB e o PDT tiveram a maioria inclinada a manter os vetos, mas ainda assim contaram com apoios à derrubada – um do PSB e três do PDT. No Senado, as divergências continuaram, com um voto do PDT e um do PSB contra os vetos. Partidos como PT, PSol, PCdoB, PV e Rede mantiveram unanimidade em defender a permanência dos vetos, reforçando um compromisso coletivo com pautas ambientais que inspiram a nova geração a se envolver mais na política.

Focando no âmbito distrital, que toca de perto o cotidiano das cidades, apenas três deputados defenderam a manutenção: Erika Kokay (PT), Prof. Reginaldo Veras (PV) e Rodrigo Rollemberg (PSB). Por outro lado, nomes como Alberto Fraga (PL), Bia Kicis (PL), Fred Linhares (Republicanos), Julio Cesar Ribeiro (Republicanos) e Rafael Prudente (MDB) apoiaram a derrubada, abrindo caminhos para licenças mais ágeis. No Senado, Leila Barros (PDT) alinhou-se ao governo, enquanto Damares Alves (Republicanos) e Izalci Lucas (PL) votaram contra. Essa dinâmica reflete um Congresso vivo e participativo, onde jovens podem ver oportunidades para moldar um futuro mais verde e inovador, incentivando todos a acompanharem essas transformações que impactam diretamente nossas comunidades.

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