quinta-feira , 15 janeiro 2026
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Da advocacia ao lago Paranoá: a vida multifacetada de Jéssica e os laços que inspiram reflexões

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Imagine uma advogada de 30 anos, Jéssica Castro de Carvalho, navegando pelas águas tranquilas do Lago Paranoá ao lado de alguém especial, com buquês de rosas e sorrisos que capturam a essência de momentos leves e amorosos. Essa imagem, que viralizou nas redes sociais, revela um lado humano e vibrante de Jéssica, uma profissional com mais de 1.500 seguidores, especializada em áreas como Lei de Drogas e Violência Doméstica. Seus posts misturam a rotina de trabalho, visitas inspiradoras à Polícia Civil, batizados na igreja e conquistas no fisiculturismo, onde ela brilha em campeonatos. Em uma publicação tocante, ela reflete: “A prisão não afeta apenas quem está atrás das grades; atinge todos ao redor. A cadeia é um fardo compartilhado, e quem sai dela carrega marcas profundas. A ilusão é pensar que apenas o preso sofre.” Essa visão empática destaca sua dedicação a causas que vão além do tribunal, promovendo a ideia de redenção e apoio comunitário.

Por trás dessas cenas, surge a figura de Weslley Raphael Godeiro Vasconcelos da Silva, 33 anos, conhecido como “Bora”, apontado como seu namorado e ligado ao Comboio do Cão. Fotos dos dois juntos, incluindo passeios no Lago Sul e visitas a clubes de tiro, sugerem um relacionamento que pode ter raízes em 2020, quando ele enfrentava acusações. Weslley tem uma trajetória marcada por desafios, com detenções desde 2013 por crimes como tentativa de homicídio e tráfico, muitas na área da 6ª Delegacia de Polícia, no Paranoá – o mesmo local onde Jéssica foi detida recentemente. Apesar disso, sua história convida a uma reflexão sobre segundas chances, especialmente com ele sob monitoramento eletrônico antes de uma fuga recente, agora procurado pela polícia.

No centro dessa narrativa, a prisão de Jéssica em 13 de novembro, no Paranoá, pelo 20º BPM e Patamo, trouxe à tona descobertas surpreendentes: tabletes semelhantes a skunk, comprimidos de ecstasy, uma pistola 9 mm com 31 cartuchos e outras munições em um carro de luxo. A 6ª Delegacia investiga origens e conexões, enquanto a OAB-DF acompanha o caso com foco em ética. A defesa de Jéssica enfatiza sua inocência, explicando que ela pegou o veículo emprestado de um cliente para um atendimento urgente, sem conhecimento dos itens ilícitos. Com planos de habeas corpus, eles destacam sua condição de ré primária e a presunção de inocência, abrindo espaço para que ela responda em liberdade. Essa história, cheia de camadas, inspira jovens a valorizarem a resiliência e a fé em meio a adversidades, mostrando que vidas complexas podem ser reescritas com empatia e determinação.

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